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Cidadão do Cinema Brasileiro



Nildo Parente, é ele mesmo quem aparece aí na foto ao lado do nosso gerente Luciano Félix. Jantou no Misaki há umas duas semanas. Uma honra recebê-lo.

Nascido em Fortaleza, cidadão do rádio, do teatro, da TV e principalmente do cinema brasileiro, com atuação em muitos, inúmeros, incontáveis filmes.

Estreou no filme "O Homem que Comprou o Mundo" (1968), de Eduardo Coutinho. Em seguida fez o papel principal de "Azyllo Muito Louco" (1969), de Nelson Pereira dos Santos, com quem voltou a filmar em "Quem é Beta?" (1972), "Tenda dos Milagres" (1977) e "Memórias do Cárcere" (1983).

Durante a década de 70 fez mais de 20 filmes, sob a direção de cineastas diversos, como: "Anjos e Demônios" (1970), de Carlos Hugo Christensen, "São Bernardo" (1972), de Leon Hirszman, "Os Condenados" (1973), de Zelito Viana, e "Coronel Delmiro Gouvêa" (1977), de Geraldo Sarno.

Nos anos 1980 e no começo dos 1990, fez mais de dez filmes, entre eles: "Luz del Fuego" (1981), de David Neves, "Rio Babilônia" (1982), de Neville D'Almeida, "O Beijo da Mulher-Aranha" (1984), de Hector Babenco, e "Natal da Portela" (1988), de Paulo Cezar Saraceni. Na retomada do cinema brasileiro atuou em "Bela Donna" (1998), de Fábio Barreto, "Seja o que Deus Quiser" (2002), de Murilo Salles, e "Inesquecível", de Paulo Sérgio Almeida.

Atualmente Nildo Parente pode ser visto no longa metragem "Chico Xavier", dirigido por Daniel Filho. Ou, quando vem a Fortaleza, jantando com a gente, no Misaki.

Repetimos: é sempre uma honra recebê-lo.

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